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27/10/10
Ela, Ele, Ilusionista, Eu
Tem o mundo numa mão sem tacto, ouve falar da vida pelo um mudo político que a corrompe e ele, surda, acena com a cabeça imóvel e espera que os erros estejam certas. Quem lhe dera que o mundo fosse real pois ela é um sonho, é algo iludido pela verdade e pela mentira e quem lhe dera ser desejada. Desejo morto, sem pingo de gosto, sem toque de amor, feio como um sapo, belo como um gato, suave como uma pedra, duro como seda na pele de uma mulher. Duro como em inatingível tão perto dele, ele que a quer e não quer e como que em segredo publico justifica as vontades que tem e não tem, e diz baixinho de uma forma brusca que é tudo ou nada, quando acabou por ser metade apenas. Ele vendeu se por nada aquela que não existe, deu se a uma ilusão hormonal do paraíso lógico sem nexo que ele mesmo criou deixando os outros desenvolver. Como é triste a vida de quem corre o mundo frio sem cobertor, os ossos partem com um estalinho, o amor congela de mansinho no peito. Ele agora é personagem principal, resumo o seu sofrimento. Mas verdade será que também eu estou nas mãos de um ilusionista profissional. Este ilusionista lançou me num trapézio sem segurança, quando caí ele apanhou me e me fez prisioneira marioneta, que nem um Rei ao seu Bobo da Corte, fui encaixada entre tantas outras histórias sem início e com fim aberto. Deixarei o mundo a pensar que fui capturada. Não fui. A pior parte de ser iludida é que nós mesmos montamos as armadilhas contra nós a favor do inimigo que se aproxima como amigo. é como digo, o amor congela de mansinho no peito á espera de ser partido como um osso, com um simples estalinho.
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